Escrever uma crónica sobre “a minha melhor/ pior experiência bambiarra” é um exercício difícil atendendo ao número de anos que já levo no Bambiarras Futebol Clube. Até porque sou certamente um dos totalistas de todos os jogos do BFC no Natal e nem sei se mais bambiarras se podem orgulhar do mesmo feito. Apesar dessa qualidade de veterano – tantas vezes lembrada pelo jovem AB - garanto-vos que não farei apelo à minha memória criativa para descrever, em câmara lenta, inexistentes golos em pontapé de moinho, reviengas troca olhos ou passes de letra. Até porque de glórias passadas vivem os museus*. E o Benfica.
O meu pior momento bambiarra é uma decisão que me custou uma chuva de críticas e uma repetição incessante da mesma história ao longo dos anos (e vai continuar…) – a substituição do Paulo Serrão aos 20m de um jogo na Camacha. Se bem me recordo, o culpado dessa situação não fui eu mas o despertador preguiçoso do Luís Nuno Olim que transformou o Paulo de “repórter fotográfico/guarda-redes suplente para aquecer para o banho” em “titular indiscutível”. O Paulo, dado que estava bom tempo e tinha champô de amêndoas em casa apareceu, bem cheiroso e à hora marcada, no Olimpo para tomar o seu frugal pequeno-almoço. O Luís Nuno, apesar dos meus inúmeros telefonemas, só apareceu na Camacha já depois do jogo ter começado. Nessa altura já tínhamos encaixado dois golos através das mãos cremosas (da bola de Berlim) do Serrão. Num gesto de que me arrependerei para sempre, fiz sinal ao Serrão para sair. Não porque “tecnicamente” (signifique isto o que significar no contexto bambiarra) a substituição não fizesse sentido (na altura fazia) mas porque o Serrão tinha o seu brio de guarda -redes a defender e, com aquele gesto, queimei um atleta, destrui uma carreira e quase perdi um amigo. Ainda hoje revejo, com grande arrependimento, a cara de surpresa e tristeza do Paulo. Esses foram os momentos mais difíceis do meu passado bambiarra – ter de, uma vez por ano, escolher os melhores, misturando-se amizade com qualidades futebolísticas (signifique isto o que significar no contexto bambiarra). É, pelas relações pessoais de muitos anos, um exercício mais complicado de fazer do que numa equipa profissional. Passados alguns anos, o Paulo “esqueceu-se” de devolver ao Luís Nuno uma camisola do Brasil que ele lhe tinha emprestado (ver foto da “mítica” equipa do BFC) e exorcizou a sua “besta negra”. Felizmente nunca mais terei de mandar o Serrão para o banco!
Essa é a minha melhor experiência bambiarra – a minha demissão no ano passado. Para além da enorme galhofa que provocou com os discursos e candidaturas ao meu lugar, posso, daqui em diante, viver o meu dia bambiarra sem me preocupar com a convocatória, o adversário, o lugar do jogo, o transporte para o jogo, o árbitro, o equipamento, o pagamento do equipamento, a hora da concentração, a comparência na concentração – já não terei de ligar à mãe do Bomba a pedir para acordá-lo, já não terei de procurar saber se o BB conseguiu chegar a casa na véspera sem treinar boxe, se o Caguincha engatou as gémeas do Curral e está perdido na Eira do Serrado, se o RM decidiu ir ao CHF fazer uma visita ao sogro, se o Luís Nuno atende o telefone, se o MP tem os equipamentos que pedimos emprestados, se o GH mudou de equipa durante a noite, etc. – a chegada ao campo a horas, emprestar meias (“onde estão as meias? pensei que não era preciso trazer meias”) a táctica para o jogo, os suplentes amuados, o almoço e a conta do almoço. Julgo que a única coisa que não fazia era levar os sabonetes para o banho porque o Boneca leva sempre uma dúzia. De agora em diante sou mais um na manada bambiarra. Não só não tenho de me preocupar com nada como posso, com enorme fervor como é habitual no BFC, criticar a nova junta directiva. Óptimo!
Tivemos inúmeras aventuras ao longo destes anos com os episódios agradáveis a sobreporem claramente às poucas situações em que as coisas correram mal. Espero que assim continue e que possamos, por muitos e bons anos, continuar a viver o espírito bambiarra com grande entusiasmo. Não se esqueçam – mais vale ser bambiarra por um dia do que jogador de futebol toda a vida!
Francisco Costa
*Uma crónica num contexto de futebol não fica completa sem uma afirmação destas. Faltou “plantel” embora tenha usado “manada”. Fica para a próxima.
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Lesão cartilagénica intra-muscular do tendão dediano superior com inflamação aguda posterior da unhaca provocando artrose grave ao nível articular
Há pouco menos de um ano fui violentamente criticado por considerar que este atleta não estava em condições de jogar 87 m. Dizem que estava. O que não pode é tirar uma meia sem correr o risco de se lesionar gravemente...
Sugiro que o BB arranje alguém para essas funções - pôr e tirar meias, apertar as sapatilhas, etc - ou convoque o INEM.
"A minha melhor experiência bambiarra" ou "uma boneca de massa" por GG
Não sendo um Bambiarra endémico, aderi a causa Bambiarra relativamente tarde. 8 anos que serviram para entender o que é a solidariedade e responsabilidade social entendida por um Bambiarra.
De todos os inúmeros exemplos destaco um ocorrido no passado dia 8 de Novembro.
Estavam alguns dos Bambiarras mais significativos reunidos (Robvi, BB, FC, Gonçalo Gouveia e Robvi – sendo este tão importante que estava duas vezes) a tentar falar de tudo menos de trabalho - o que só era possível nos intervalos em que o FC engolia a saliva e tomava folgo - quando de repente fomos surpreendidos por uma visão horripilante: era um soldado da Tropa inimiga. A visão era horripilante, não pelos critérios de beleza do Carlos Castro do Sado, mas sim, devido aos sinais de dificuldades na locomoção que apresentava.
O 1º pensamento foi que se tratava do peso de mais uma derrota, mas logo ficamos ainda mais preocupados com o inicio da explicação:
- Não consegui comer nada e estou esfomeado! Não me entendam mal, até gosto de carne rija, mas cada coisa no seu sitio - num prato não a aprecio!
O BB respondeu viva e imediatamente, nitidamente influenciado pelos vapores do álcool:
- Eu sei! Eu também!
O embaraço dos restantes BB foi evidente. Tememos o pior – seria o momento da sua esperada mas não desejada saída do armário? – e fixamos todos o olhar no chão, mas o BB voltou a vestir a mascara tão depressa como a despiu e o caso ficou por ali, até porque a intervenção dos restantes BB foi imediata.
Em uníssono, pedimos um prato. Servimos imediatamente um prato de esparguete com marisco ao individuo. Felizmente o Sérgio XXL não estava na mesa, se não a entrega da comida geraria discórdia entre os presentes e o BB teria tido tempo para concluir o seu desabafo!
4 segundos foi o tempo que o inimigo demorou a absorver a comida (ilustração nas fotos).
Depois da absorção
Obviamente influenciado pela doutrina que reina na sua equipa na marcação de livres. O 1ª a agarrar a bola, chuta! Pelo menos é o que parece! Felizmente para o BFC são sempre os piores que estão mais perto da bola. Nos livres e na disputa da bola, pois só assim é que se explica que o G. Henriques tenha na sua conta pessoal, além de 100 KG enfiados na barriga, 4 golos enfiados na baliza adversária num único jogo! Se este argumento não for suficiente, perguntem ao Leonardo, ao AB, ao RMarques ou ao RMPC em que jogos é que já conseguiram fintar um adversário! O TIF será sempre referido como parte envolvida.
Continuando a narrativa, após o soldado da Tropa inimiga se ter saciado, tão depressa se levantou como depressa se tinha sentado. A pancinha de gato era evidente o que denota fome antiga.
Mas voltando ao que interessa: a causa nobre dos BFC estava engrandecida!
Senti orgulho nos meus companheiros (Robvi incluído!) e felicidade pelo AB não estar presente, pois deixamos o soldado inimigo ir sem pagar um tostão. Foi bonito e senti-me bem por ter participado neste belo momento.
De todos os inúmeros exemplos destaco um ocorrido no passado dia 8 de Novembro.
Estavam alguns dos Bambiarras mais significativos reunidos (Robvi, BB, FC, Gonçalo Gouveia e Robvi – sendo este tão importante que estava duas vezes) a tentar falar de tudo menos de trabalho - o que só era possível nos intervalos em que o FC engolia a saliva e tomava folgo - quando de repente fomos surpreendidos por uma visão horripilante: era um soldado da Tropa inimiga. A visão era horripilante, não pelos critérios de beleza do Carlos Castro do Sado, mas sim, devido aos sinais de dificuldades na locomoção que apresentava.
O 1º pensamento foi que se tratava do peso de mais uma derrota, mas logo ficamos ainda mais preocupados com o inicio da explicação:
- Não consegui comer nada e estou esfomeado! Não me entendam mal, até gosto de carne rija, mas cada coisa no seu sitio - num prato não a aprecio!
O BB respondeu viva e imediatamente, nitidamente influenciado pelos vapores do álcool:
- Eu sei! Eu também!
O embaraço dos restantes BB foi evidente. Tememos o pior – seria o momento da sua esperada mas não desejada saída do armário? – e fixamos todos o olhar no chão, mas o BB voltou a vestir a mascara tão depressa como a despiu e o caso ficou por ali, até porque a intervenção dos restantes BB foi imediata.
Em uníssono, pedimos um prato. Servimos imediatamente um prato de esparguete com marisco ao individuo. Felizmente o Sérgio XXL não estava na mesa, se não a entrega da comida geraria discórdia entre os presentes e o BB teria tido tempo para concluir o seu desabafo!
4 segundos foi o tempo que o inimigo demorou a absorver a comida (ilustração nas fotos).
Obviamente influenciado pela doutrina que reina na sua equipa na marcação de livres. O 1ª a agarrar a bola, chuta! Pelo menos é o que parece! Felizmente para o BFC são sempre os piores que estão mais perto da bola. Nos livres e na disputa da bola, pois só assim é que se explica que o G. Henriques tenha na sua conta pessoal, além de 100 KG enfiados na barriga, 4 golos enfiados na baliza adversária num único jogo! Se este argumento não for suficiente, perguntem ao Leonardo, ao AB, ao RMarques ou ao RMPC em que jogos é que já conseguiram fintar um adversário! O TIF será sempre referido como parte envolvida.
Continuando a narrativa, após o soldado da Tropa inimiga se ter saciado, tão depressa se levantou como depressa se tinha sentado. A pancinha de gato era evidente o que denota fome antiga.
Mas voltando ao que interessa: a causa nobre dos BFC estava engrandecida!
Senti orgulho nos meus companheiros (Robvi incluído!) e felicidade pelo AB não estar presente, pois deixamos o soldado inimigo ir sem pagar um tostão. Foi bonito e senti-me bem por ter participado neste belo momento.
"A minha melhor experiência bambiarra" ou "o golo do milénio com uma virilha de mierse" por SJ
A melhor experiência bambiarra que vivi, foi sem dúvida, os golos que marquei com a camisa suada e apertada desta colectividade ímpar, e que guardo no meu baú das recordações que fazem desta vida, mais do que um débito crédito do ram ram.
O primeiro golo oficial, foi na temporada 2005/2006, cujo jogo ocorreu nos Prazeres e onde a equipa contrária, apresentem um leque de pedreiros, que fazia do mapa de salários da Soares da Costa, uma lista de prémios Nobel, tal era a bronquice aguda que reuniam, incluindo até veteranos do bate chapa. Pois bem, dadas as evidencias, o nosso mister reservou-me para o lavar dos cestos, quando a equipa contrária já pensava que tínhamos dado o fogo todo, e eis que fui colocado à cabeça do bicho, qual lança em África, coadjuvado por um extremo de créditos firmados, o Gonzalo, que na altura ainda patenteava uma frescura física assinalável, e que pouco a pouco fez-me acreditar que bastava correr e provocar umas arapongas na defesa, que o sucesso seria garantido. Acontece que numa dessas arrancadas não consegui convencer o meu corpo por inteiro a arrancar, e o gajo que me anda agarrado, afincou o pé e deu-me um esticanço na virilha, fazendo a minha tarefa ainda mais herculeana. Eis que numa perdida de bola a meio campo, desta vez da parte do adversário, meti avante a todo o vapor e descarreguei o meu lastro relvado abaixo, ignorando a virilha débil, e fugindo á marcação dos artolas, corri…corri… e dei por mim à frente da defesa, e …em jogo! Bastou-me escorregar linha adentro com a bola, entregue pelo eficiente extremo, e assinalar o golo da viragem do resultado. Nem a virila me calou, foi uma alegria ver 130 kilos em tamanha progressão e acto contínuo e conclusivo, envergonhando muito magro, careca e feio que anda por aí no pavoneanço.
O segundo golo oficial, foi no jogo deste ano em Outubro, no Estádio Rui Alves, e onde despachei a redondinha lá para dentro de pé esquerdo e à entrada da área, marcando o nosso 2-1 rumo a mais uma cabazada histórica, e nada previsível face aos esforços do adversário em recrutar a nata do futebol burguês e assalariado da mamadeira. Foi bonito, mas o primeiro golo, foi do milénio.
Estranhamente, as más recordações, não me ocorrem nenhuma em particular, talvez a da Boaventura, onde os nervos estavam à flor da pele, talvez por ter sido enviado para a equipa contrária e ter castigado uns bambis sem aviso prévio, mas nada que não se serenasse logo de seguida. O problema foi o chavascal na Casa de Palha, isso aí foi feio, mas também senão fosse, tinha sido uma murchesa. Outros factos, de registo, sem dúvida a ida em Bambimóbil, para os Canhas e a vinda, interminável, a despachar rótulo preto de tampinha, com o Cardoso a fazer mierse da grossa.
Enalteço também a capacidade organizativa desta colectividade, que possibilitou a um amador esforçado, a possibilidade de jogar em palcos vedados apenas a profissionais do esférico, e a conhecer os meandros do balneário (obviamente não incluo o episódio do boneca insistir em levantar o sabão do chão dez vezes seguidas) e poder manter contacto com a malta bambi, cada vez mais espartilhada nas suas vidas.
Um bem haja a todos e venha o próximo jogo..!
O primeiro golo oficial, foi na temporada 2005/2006, cujo jogo ocorreu nos Prazeres e onde a equipa contrária, apresentem um leque de pedreiros, que fazia do mapa de salários da Soares da Costa, uma lista de prémios Nobel, tal era a bronquice aguda que reuniam, incluindo até veteranos do bate chapa. Pois bem, dadas as evidencias, o nosso mister reservou-me para o lavar dos cestos, quando a equipa contrária já pensava que tínhamos dado o fogo todo, e eis que fui colocado à cabeça do bicho, qual lança em África, coadjuvado por um extremo de créditos firmados, o Gonzalo, que na altura ainda patenteava uma frescura física assinalável, e que pouco a pouco fez-me acreditar que bastava correr e provocar umas arapongas na defesa, que o sucesso seria garantido. Acontece que numa dessas arrancadas não consegui convencer o meu corpo por inteiro a arrancar, e o gajo que me anda agarrado, afincou o pé e deu-me um esticanço na virilha, fazendo a minha tarefa ainda mais herculeana. Eis que numa perdida de bola a meio campo, desta vez da parte do adversário, meti avante a todo o vapor e descarreguei o meu lastro relvado abaixo, ignorando a virilha débil, e fugindo á marcação dos artolas, corri…corri… e dei por mim à frente da defesa, e …em jogo! Bastou-me escorregar linha adentro com a bola, entregue pelo eficiente extremo, e assinalar o golo da viragem do resultado. Nem a virila me calou, foi uma alegria ver 130 kilos em tamanha progressão e acto contínuo e conclusivo, envergonhando muito magro, careca e feio que anda por aí no pavoneanço.
O segundo golo oficial, foi no jogo deste ano em Outubro, no Estádio Rui Alves, e onde despachei a redondinha lá para dentro de pé esquerdo e à entrada da área, marcando o nosso 2-1 rumo a mais uma cabazada histórica, e nada previsível face aos esforços do adversário em recrutar a nata do futebol burguês e assalariado da mamadeira. Foi bonito, mas o primeiro golo, foi do milénio.
Estranhamente, as más recordações, não me ocorrem nenhuma em particular, talvez a da Boaventura, onde os nervos estavam à flor da pele, talvez por ter sido enviado para a equipa contrária e ter castigado uns bambis sem aviso prévio, mas nada que não se serenasse logo de seguida. O problema foi o chavascal na Casa de Palha, isso aí foi feio, mas também senão fosse, tinha sido uma murchesa. Outros factos, de registo, sem dúvida a ida em Bambimóbil, para os Canhas e a vinda, interminável, a despachar rótulo preto de tampinha, com o Cardoso a fazer mierse da grossa.
Enalteço também a capacidade organizativa desta colectividade, que possibilitou a um amador esforçado, a possibilidade de jogar em palcos vedados apenas a profissionais do esférico, e a conhecer os meandros do balneário (obviamente não incluo o episódio do boneca insistir em levantar o sabão do chão dez vezes seguidas) e poder manter contacto com a malta bambi, cada vez mais espartilhada nas suas vidas.
Um bem haja a todos e venha o próximo jogo..!
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
"A minha melhor/pior experiência Bambiarra" ou "o evangelho segundo Judas" por BB
Caros amigos e companheiros Bambiarras,
Quando FC nos colocou este desafio de passar para o " papel" as nossas melhores e piores recordações da vida Bambiarra pensei que seria dificil conseguir ter tempo para relembrar e escrever todas essas memórias que já levam 13 anos , dado o número de situações já vividas, muitas delas hilariantes, outras nem tanto, mas mesmo estas últimas, com o passar do tempo, tornam-se de infelizes no momento para cómicas no presente. E é verdade. É difícil resumir em poucas palavras todos este percurso.
Neste meu "rewind", há logo uma primeira verdade intransponível que me vem à cabeça: Estamos a ficar velhos, porra!!! Mas longe de mim estar aqui com algum tipo de lamúrias. Até porque não é esse o objectivo deste texto.
Poderia começar pela ideia mais feliz; o organizar um jogo de Natal. A ideia surgiu em conversa de café com FC e foi efectivada em pleno ginásio Monumental, com o "Dr Lourenço" que tratou de arranjar uma equipa de perdedores:) para jogarem contra nós. Relembro que nesta equipa de perdedores faziam parte o Carg e o Caguincha. Este primeiro jogo é "imemorável", dado que se disputou no antigo pelado do PAlheiro Ferreiro, debaixo de condições atmosféricas muito agrestes e terminou numa tasca em CÂmara de Lobos arranjada pelo Jorge Trueva. Ficou famosa a chegada do Paulo Serrão, com o cabelo molhado e ainda o cheiro a Champô de Amêndoas, após termos jogado sem guarda redes devido à sua falta de comparência. Mereceu mesmo um prémio criado por FC, o famoso, Prémio Champô com Amêndoas.
Após este 1ª ano, criou-se a ideia de jogar todos os anos no Sábado antes do Natal e aí aparece a ideia de dar um nome à nossa equipa. Não demorou muito. RC, com o seu habitual jeito e imaginação para dar nome ás coisas disse logo : BAMBIARRAS. Aprovado por unanimidade e aclamação.
O resumo deste 13 anos, levavam a gastar alguma tinta, mas como sei que o tempo e o espaço não é muito, tentarei resumir os meus mais e os meus menos.
Poderei considerar 3 situções menos felizes neste meu percurso Bambiarra.
A 1a situação foi a não ter podido participar no jogo dos Canhas em que pela primeira e única a equipa se fez transportar em veículo próprio; o Bambiarramóvel. Confesso que me deu uma dor no coração quando vos vi partir e não podia participar nessa odisseia.Obviamente que o resultado do jogo foi desastroso,porque com certeza faltou quem liderasse uma equipa.
A 2ª situação menos feliz, e para mim também a menos feliz destas três, foi como o meu amigo e ilustre Bambiarra RM já referiu, a minha lesão no campo da Boaventura. Sinto que a partir dessa data a minha performance decaíu. Tive também a infelicidade de aparecer sério junto de uma cambada de bêbados, a serem expulsos de um restaurante, quase a andar à pancadaria. Se ao menos eu estivesse estado lá para participar desde inicio...mas assim não.
A 3ª situação foi a mais recente, ou seja, a cabazada que levamos da TIFC no ano passado, juntando a minha exibição patética ( mas que obviamente foi seguida por mais alguns Bambiarras).
Como situações mais felizes, tenho na memória as seguintes:
1ª - em termos desportivos, um golo de bicicleta marcado no Estádio dos Juncos em S. Vicente, em que após cruzamento de um antigo Bambiarra de nome Marco Paulo Jesus "Baila", cabeceio à barra e quando a bola vem para trás, na recarga, remato em bicicleta e dá golo. Há coisa fantásticas não há? Se não me falha a memória, marquei mais dois nesse jogo.
2ª em termos sociais, o almoço e respectiva epopeia do ano passado. Quando me lembro de 7 cavalos no meu carro, a fugir à polícia, a percorrer as tascas da Ponta de Sol de Cima, com o Cardoso a receber telefonemas do sogro e a dizer que estava bem e a beber Brisa Maracujá, com o Boneca a querer se confessar e nós a não deixarmos se não teria que vir a pé para o Funchal, com o Luís e o Jorginho a já não conseguirem falar e com o Serrão a comer sandes de coratos nos confins do mundo, vêem-me as lágrimas aos olhos.
3ª - em termos gerais, toda esta situação criada em redor dos Bambiarras. Os blogues, os equipamentos, as bocas, os amuos, o humor, enfim, tudo os que se criou à volta dos BFC que ajuda a fortalecer a nossa amizade e que com certeza irá prevalecer por muitos anos.
Um abraço a todos e ViVa os Bambiarras.
BB
Quando FC nos colocou este desafio de passar para o " papel" as nossas melhores e piores recordações da vida Bambiarra pensei que seria dificil conseguir ter tempo para relembrar e escrever todas essas memórias que já levam 13 anos , dado o número de situações já vividas, muitas delas hilariantes, outras nem tanto, mas mesmo estas últimas, com o passar do tempo, tornam-se de infelizes no momento para cómicas no presente. E é verdade. É difícil resumir em poucas palavras todos este percurso.
Neste meu "rewind", há logo uma primeira verdade intransponível que me vem à cabeça: Estamos a ficar velhos, porra!!! Mas longe de mim estar aqui com algum tipo de lamúrias. Até porque não é esse o objectivo deste texto.
Poderia começar pela ideia mais feliz; o organizar um jogo de Natal. A ideia surgiu em conversa de café com FC e foi efectivada em pleno ginásio Monumental, com o "Dr Lourenço" que tratou de arranjar uma equipa de perdedores:) para jogarem contra nós. Relembro que nesta equipa de perdedores faziam parte o Carg e o Caguincha. Este primeiro jogo é "imemorável", dado que se disputou no antigo pelado do PAlheiro Ferreiro, debaixo de condições atmosféricas muito agrestes e terminou numa tasca em CÂmara de Lobos arranjada pelo Jorge Trueva. Ficou famosa a chegada do Paulo Serrão, com o cabelo molhado e ainda o cheiro a Champô de Amêndoas, após termos jogado sem guarda redes devido à sua falta de comparência. Mereceu mesmo um prémio criado por FC, o famoso, Prémio Champô com Amêndoas.
Após este 1ª ano, criou-se a ideia de jogar todos os anos no Sábado antes do Natal e aí aparece a ideia de dar um nome à nossa equipa. Não demorou muito. RC, com o seu habitual jeito e imaginação para dar nome ás coisas disse logo : BAMBIARRAS. Aprovado por unanimidade e aclamação.
O resumo deste 13 anos, levavam a gastar alguma tinta, mas como sei que o tempo e o espaço não é muito, tentarei resumir os meus mais e os meus menos.
Poderei considerar 3 situções menos felizes neste meu percurso Bambiarra.
A 1a situação foi a não ter podido participar no jogo dos Canhas em que pela primeira e única a equipa se fez transportar em veículo próprio; o Bambiarramóvel. Confesso que me deu uma dor no coração quando vos vi partir e não podia participar nessa odisseia.Obviamente que o resultado do jogo foi desastroso,porque com certeza faltou quem liderasse uma equipa.
A 2ª situação menos feliz, e para mim também a menos feliz destas três, foi como o meu amigo e ilustre Bambiarra RM já referiu, a minha lesão no campo da Boaventura. Sinto que a partir dessa data a minha performance decaíu. Tive também a infelicidade de aparecer sério junto de uma cambada de bêbados, a serem expulsos de um restaurante, quase a andar à pancadaria. Se ao menos eu estivesse estado lá para participar desde inicio...mas assim não.
A 3ª situação foi a mais recente, ou seja, a cabazada que levamos da TIFC no ano passado, juntando a minha exibição patética ( mas que obviamente foi seguida por mais alguns Bambiarras).
Como situações mais felizes, tenho na memória as seguintes:
1ª - em termos desportivos, um golo de bicicleta marcado no Estádio dos Juncos em S. Vicente, em que após cruzamento de um antigo Bambiarra de nome Marco Paulo Jesus "Baila", cabeceio à barra e quando a bola vem para trás, na recarga, remato em bicicleta e dá golo. Há coisa fantásticas não há? Se não me falha a memória, marquei mais dois nesse jogo.
2ª em termos sociais, o almoço e respectiva epopeia do ano passado. Quando me lembro de 7 cavalos no meu carro, a fugir à polícia, a percorrer as tascas da Ponta de Sol de Cima, com o Cardoso a receber telefonemas do sogro e a dizer que estava bem e a beber Brisa Maracujá, com o Boneca a querer se confessar e nós a não deixarmos se não teria que vir a pé para o Funchal, com o Luís e o Jorginho a já não conseguirem falar e com o Serrão a comer sandes de coratos nos confins do mundo, vêem-me as lágrimas aos olhos.
3ª - em termos gerais, toda esta situação criada em redor dos Bambiarras. Os blogues, os equipamentos, as bocas, os amuos, o humor, enfim, tudo os que se criou à volta dos BFC que ajuda a fortalecer a nossa amizade e que com certeza irá prevalecer por muitos anos.
Um abraço a todos e ViVa os Bambiarras.
BB
terça-feira, 25 de novembro de 2008
"A minha melhor experiência Bambiarra" ou "uma fábula moderna" por Rodrigo Marques
Amigos Bambiarras,
As minhas crónicas no blog seguirão um estilo albertocasimiriano, cruzado com um estilo gilbertoteixeiriano, que para quem não conhece, basta pegar no jornal de todos nós (não, não é o Madeira Livre), onde as ditas personagens, se não escrevem todos os dias, escrevem dia sim, dia não.
A minha pior experiência bambiarra passou-se no campo da Boaventura, no último jogo natalício da era antes/TIFC. Jogavam no inimigo nomes como Ladeira (que levou uma carga de ombro do Eucalipto e saiu de campo disparado e mais tarde amuou saindo de campo de vez), um grande central de nome Lorenzo Lamas, que (in)felizmente já pendurou as botas e os nossos Cagalincha e Carg, entre outros.
Isto para recordar que nesse mesmo jogo o nosso ilustre mister, guia espiritual, mentor dos repastos após jogo e presidente executivo BB, lesionou-se com certa gravidade tendo abandonado o jogo directo para o Hospital. A equipa encheu-se de brio, garra e valentia, lutou com as habituais armas bambiarrianas e ganhou o jogo. Para mim foi um momento triste ficar sem o nosso companheiro e referência de ataque. Confesso que só a simples recordação de vê-lo sair em ombros, ajudado pelo JP, ainda hoje me arrepia e deixa com pele de galinha.
Após a vitória seguimos para a habitual confraternização, desta feita na Casa de Palha em São Jorge, onde desfrutamos de uma agradável refeição. Nisto chega um grupo de brutamontes, javardos e energúmenos, num palavreado de bradar aos céus. Nem nos meus tempos de hoquista de eleição, no Campo do Encontro em São Roque, onde pululavam os jovens mais mal-educados com quem alguma vez me cruzei (só como exemplo uma vez fui escarrado, no verdadeiro sentido da palavra), tinha presenciado tal troca de mimos entre entes do mesmo clã. Tudo isto se passou com a conivência dos donos e empregados.
Depois da nossa refeição e já com um “pouco” de álcool ingerido, as nossas conversas começam a se tornar cada vez mais acaloradas, subindo o tom de voz e resvalando os termos para algum impropério. Nada de especial se comparado com o grupo referido anteriormente.
Quando um elemento da equipa adversária, que salvo erro foi o Z….a, solta um alho mais acalorado, o dono, qual virgem ofendida, afirmou que isto não podia ser, que os meninos da cidade eram isto e aquilo e que não servia mais nada. Mau! Aqui o caldo entornou-se. Chamar-nos meninos da cidade, isto e aquilo, vá que não vá, mas não servir mais…. isso é que não! A revolta, como se lembrarão, foi geral.
Mas nisto, e qual D.Sebastião de perna engessada, chega o nosso amado mister e mentor. Confesso, mais uma vez, que só a simples recordação de vê-lo sair do carro, ajudado pela actual mulher, ainda hoje me deixa arrepiado e com pele de galinha.
Ânimos sanados fomos beber para outra freguesia!
Assim a minha pior recordação bambiarra tornou-se a minha melhor experiência bambiarra.
Deixo-vos com uma citação albertocasimiriana, para todos meditarmos:
É preciso encetar mudanças, sem correr riscos desnecessários, para que não se continue a “derramar” avultadas verbas que podiam estar a ser investidas, maioritariamente, nos atletas madeirenses, e em projectos de real interesse para a projecção da nossa Região.
Parecendo que não, aplica-se na íntegra à realidade bambiarriana.
Abraços a todos (menos ao Boneca que mando um aperto de mão).
Rodrigo Marques
As minhas crónicas no blog seguirão um estilo albertocasimiriano, cruzado com um estilo gilbertoteixeiriano, que para quem não conhece, basta pegar no jornal de todos nós (não, não é o Madeira Livre), onde as ditas personagens, se não escrevem todos os dias, escrevem dia sim, dia não.
A minha pior experiência bambiarra passou-se no campo da Boaventura, no último jogo natalício da era antes/TIFC. Jogavam no inimigo nomes como Ladeira (que levou uma carga de ombro do Eucalipto e saiu de campo disparado e mais tarde amuou saindo de campo de vez), um grande central de nome Lorenzo Lamas, que (in)felizmente já pendurou as botas e os nossos Cagalincha e Carg, entre outros.
Isto para recordar que nesse mesmo jogo o nosso ilustre mister, guia espiritual, mentor dos repastos após jogo e presidente executivo BB, lesionou-se com certa gravidade tendo abandonado o jogo directo para o Hospital. A equipa encheu-se de brio, garra e valentia, lutou com as habituais armas bambiarrianas e ganhou o jogo. Para mim foi um momento triste ficar sem o nosso companheiro e referência de ataque. Confesso que só a simples recordação de vê-lo sair em ombros, ajudado pelo JP, ainda hoje me arrepia e deixa com pele de galinha.
Após a vitória seguimos para a habitual confraternização, desta feita na Casa de Palha em São Jorge, onde desfrutamos de uma agradável refeição. Nisto chega um grupo de brutamontes, javardos e energúmenos, num palavreado de bradar aos céus. Nem nos meus tempos de hoquista de eleição, no Campo do Encontro em São Roque, onde pululavam os jovens mais mal-educados com quem alguma vez me cruzei (só como exemplo uma vez fui escarrado, no verdadeiro sentido da palavra), tinha presenciado tal troca de mimos entre entes do mesmo clã. Tudo isto se passou com a conivência dos donos e empregados.
Depois da nossa refeição e já com um “pouco” de álcool ingerido, as nossas conversas começam a se tornar cada vez mais acaloradas, subindo o tom de voz e resvalando os termos para algum impropério. Nada de especial se comparado com o grupo referido anteriormente.
Quando um elemento da equipa adversária, que salvo erro foi o Z….a, solta um alho mais acalorado, o dono, qual virgem ofendida, afirmou que isto não podia ser, que os meninos da cidade eram isto e aquilo e que não servia mais nada. Mau! Aqui o caldo entornou-se. Chamar-nos meninos da cidade, isto e aquilo, vá que não vá, mas não servir mais…. isso é que não! A revolta, como se lembrarão, foi geral.
Mas nisto, e qual D.Sebastião de perna engessada, chega o nosso amado mister e mentor. Confesso, mais uma vez, que só a simples recordação de vê-lo sair do carro, ajudado pela actual mulher, ainda hoje me deixa arrepiado e com pele de galinha.
Ânimos sanados fomos beber para outra freguesia!
Assim a minha pior recordação bambiarra tornou-se a minha melhor experiência bambiarra.
Deixo-vos com uma citação albertocasimiriana, para todos meditarmos:
É preciso encetar mudanças, sem correr riscos desnecessários, para que não se continue a “derramar” avultadas verbas que podiam estar a ser investidas, maioritariamente, nos atletas madeirenses, e em projectos de real interesse para a projecção da nossa Região.
Parecendo que não, aplica-se na íntegra à realidade bambiarriana.
Abraços a todos (menos ao Boneca que mando um aperto de mão).
Rodrigo Marques
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
"A minha melhor experiência bambiarra" ou "um aviso tonitruante" por RMPC
Sem ter o tempo e a disponibilidade directamente causada pelo nível de aviamento do estabelecimento hoteleiro dirigido pelo Shôr AB, venho por este meio transmitir “algo” que considero importante e que defendo sem concessões.
Aliás o pior momento de AB presumo que tenha sido no dia 8/11/2008 pelas razões já amplamente dissecadas.Adiante;
Esse “algo” é o espírito e o sentimento Bambiarra, que não é dissolúvel por efeito da tacanhez e da cacicagem.
Para quem fala de garra e coração Bambiarra aos quatro ventos e está no clube desde a década de 90, deve igualmente não olvidar o passado para que no futuro não se repitam os erros do presente.
Esses erros, os quais tenho vindo a denunciar ao longo dos tempos por vezes dão azo a terríveis complicações ou por ventura a piadas que perduram até à eternidade.Um exemplo dessas patetices é o seguinte diálogo entre o actual treinador BB que também o foi em tempos com resultados a todos os níveis desastrosos.
Vejamos:Algures na década de 90, BB ao seu estilo “coupe d`etat” tomou o poder numa manhã de jogo bambiarra mas ficou sem defesa esquerdo (não ! Não.Não foi o Sousa que teve de sair aos 3 minutos).
O ex bambiarra da altura era e é uma pessoa decente e havia como sempre na sociedade BB/FC, agora extinta, uma clara intenção de não hostilizar ou melhor ainda, ser água e fogo ao mesmo tempo.
Nessa perspectiva BB proferiu uma frase, tão ou mais importante do que a proferida em Berlim por JFK.
A frase foi dita na minha presença ao bambiarra em questão que era destro e disse ainda ao BB que jogava preferencialmente com médio direito ou avançado.Após ouvir isto BB disse ao ex bambiarra com um entusiasmo desconcertante: “VAIS PARA DEFESA ESQUERDO, SERÁS O NOSSO ROBERTO CARLOS!!!”
NOTA: tanto quanto sei as relações entre BB e este ex bambiarra ainda hoje não estão normalizadas.
Disse
Aliás o pior momento de AB presumo que tenha sido no dia 8/11/2008 pelas razões já amplamente dissecadas.Adiante;
Esse “algo” é o espírito e o sentimento Bambiarra, que não é dissolúvel por efeito da tacanhez e da cacicagem.
Para quem fala de garra e coração Bambiarra aos quatro ventos e está no clube desde a década de 90, deve igualmente não olvidar o passado para que no futuro não se repitam os erros do presente.
Esses erros, os quais tenho vindo a denunciar ao longo dos tempos por vezes dão azo a terríveis complicações ou por ventura a piadas que perduram até à eternidade.Um exemplo dessas patetices é o seguinte diálogo entre o actual treinador BB que também o foi em tempos com resultados a todos os níveis desastrosos.
Vejamos:Algures na década de 90, BB ao seu estilo “coupe d`etat” tomou o poder numa manhã de jogo bambiarra mas ficou sem defesa esquerdo (não ! Não.Não foi o Sousa que teve de sair aos 3 minutos).
O ex bambiarra da altura era e é uma pessoa decente e havia como sempre na sociedade BB/FC, agora extinta, uma clara intenção de não hostilizar ou melhor ainda, ser água e fogo ao mesmo tempo.
Nessa perspectiva BB proferiu uma frase, tão ou mais importante do que a proferida em Berlim por JFK.
A frase foi dita na minha presença ao bambiarra em questão que era destro e disse ainda ao BB que jogava preferencialmente com médio direito ou avançado.Após ouvir isto BB disse ao ex bambiarra com um entusiasmo desconcertante: “VAIS PARA DEFESA ESQUERDO, SERÁS O NOSSO ROBERTO CARLOS!!!”
NOTA: tanto quanto sei as relações entre BB e este ex bambiarra ainda hoje não estão normalizadas.
Disse
"A minha melhor experiência bambiarra" por AB
Olhando para trás, não posso deixar de espantar-me pelo número de bons anos de serviço à mui nobre causa Bambiarra!
Sendo ainda um jovem, dos mais jovens da equipa e reconhecidamente o mais veloz, já contribuo para o sucesso deste clube desde há uns bons 10 anos, tinha o DE ainda bigode (oops, parece que afinal ainda tem. Irra, Delfim, já nem o Rui Alves usa isso!), o FC cabelo e, pasme-se, o GH era careca mas viril. Não sei se o Boneca já tinha saído do armário, mas penso que não e o Cardoso ainda usava o XXL, só, mas já fazia aqueles passes em que a bola descreve um arco, tipo boomerang, nunca visto nos relvados portugueses.
Falo disto porque, ao ser-me pedido que escreva sobre a melhor experiência bambiarra, apesar dos anos passados, não vou falar sobre nenhum dos muitos golos que marquei ou dei a marcar, nem de quando ainda tinha as peças originais no joelho, que me permitiam fazer menos de 11 segundos aos 100 metros, com a bola nos pés.
Não, a melhor recordação é mais recente! Corria o ano de 2008… Tínhamos sido convocados para um jogo contra uma equipa liderada por um cantor armado em jogador que, por norma, convoca ex e actuais vedetas do futebol regional e mais uns cerca de 413 atletas para cada desafio. Há última da hora, mudam o dito jogo para o estádio da Madeira, criando um clima de ainda maior pressão, não fossemos nós evoluir no melhor estádio da Região, com uma assistência previsível de milhares de fervorosos adeptos. Durante a semana, soubemos que só teríamos 10 jogadores e o Bomba para actuar. Fomos sendo desmoralizados por adversários e pretendentes a Bambiarras, convencidos que seriamos humilhados, face à ausência das pseudo-estrelas da constelação Bambiarra e aos últimos resultados durante o anterior reinado. Diziam: “A vossa sorte é que poderão contar com a (larga) experiência do FC no meio-campo!” Qual não foi o meu espanto quando, ao chegar ao complexo, percebo que o referido Senhor, numa tentativa vil de desacreditação do ditador e auto-proclamado mister Bori Bandri, não apareceu, com a desculpa abonecada de que estava com uma dor de dentes. Inacreditável!
Felizmente, como não tínhamos jogadores suficientes, não deu para o imposto-mister inventar! Jogámos com garra, motivação e contámos com momentos de cada vez mais rara inspiração do Gordo Ex-Careca e do Gordo da Contabilidade para ganhar por 5-1. 5-1! Um verdadeiro baile de bola! Foi um gosto ver o Leo e o RM a distribuir fruta por quem lhes passava à frente, o Bomba a fazer defesas com tal facilidade que nem um dos seus caracóis se mexia, os carecas a fazer uma dupla de centrais a lembrar o Luisão e o Sidney, versão Neoblanc (no caso do Boneca, gentil). No meio-campo, brilhava o mister-presidente-capitão, com os seus raides estonteantes, o anteriormente desconhecido DV e um coiso emprestado. Na frente, a dupla de gordos! Mais eu, o do joelho… Tudo correu na perfeição!
Muito se escreveu e disse sobre este jogo; umas coisas correspondem à verdade, outras são fruto da inveja que grassa na nossa sociedade. Ainda hoje, mesmo um dos presentes não percebeu bem o que lá se passou, daí ver-me obrigado a referir este momento como a minha melhor recordação Bambiarra. Para despertar mentes e evitar a repetição de erros, no futuro…
Saudações bambiarráticas,
AB
Sendo ainda um jovem, dos mais jovens da equipa e reconhecidamente o mais veloz, já contribuo para o sucesso deste clube desde há uns bons 10 anos, tinha o DE ainda bigode (oops, parece que afinal ainda tem. Irra, Delfim, já nem o Rui Alves usa isso!), o FC cabelo e, pasme-se, o GH era careca mas viril. Não sei se o Boneca já tinha saído do armário, mas penso que não e o Cardoso ainda usava o XXL, só, mas já fazia aqueles passes em que a bola descreve um arco, tipo boomerang, nunca visto nos relvados portugueses.
Falo disto porque, ao ser-me pedido que escreva sobre a melhor experiência bambiarra, apesar dos anos passados, não vou falar sobre nenhum dos muitos golos que marquei ou dei a marcar, nem de quando ainda tinha as peças originais no joelho, que me permitiam fazer menos de 11 segundos aos 100 metros, com a bola nos pés.
Não, a melhor recordação é mais recente! Corria o ano de 2008… Tínhamos sido convocados para um jogo contra uma equipa liderada por um cantor armado em jogador que, por norma, convoca ex e actuais vedetas do futebol regional e mais uns cerca de 413 atletas para cada desafio. Há última da hora, mudam o dito jogo para o estádio da Madeira, criando um clima de ainda maior pressão, não fossemos nós evoluir no melhor estádio da Região, com uma assistência previsível de milhares de fervorosos adeptos. Durante a semana, soubemos que só teríamos 10 jogadores e o Bomba para actuar. Fomos sendo desmoralizados por adversários e pretendentes a Bambiarras, convencidos que seriamos humilhados, face à ausência das pseudo-estrelas da constelação Bambiarra e aos últimos resultados durante o anterior reinado. Diziam: “A vossa sorte é que poderão contar com a (larga) experiência do FC no meio-campo!” Qual não foi o meu espanto quando, ao chegar ao complexo, percebo que o referido Senhor, numa tentativa vil de desacreditação do ditador e auto-proclamado mister Bori Bandri, não apareceu, com a desculpa abonecada de que estava com uma dor de dentes. Inacreditável!
Felizmente, como não tínhamos jogadores suficientes, não deu para o imposto-mister inventar! Jogámos com garra, motivação e contámos com momentos de cada vez mais rara inspiração do Gordo Ex-Careca e do Gordo da Contabilidade para ganhar por 5-1. 5-1! Um verdadeiro baile de bola! Foi um gosto ver o Leo e o RM a distribuir fruta por quem lhes passava à frente, o Bomba a fazer defesas com tal facilidade que nem um dos seus caracóis se mexia, os carecas a fazer uma dupla de centrais a lembrar o Luisão e o Sidney, versão Neoblanc (no caso do Boneca, gentil). No meio-campo, brilhava o mister-presidente-capitão, com os seus raides estonteantes, o anteriormente desconhecido DV e um coiso emprestado. Na frente, a dupla de gordos! Mais eu, o do joelho… Tudo correu na perfeição!
Muito se escreveu e disse sobre este jogo; umas coisas correspondem à verdade, outras são fruto da inveja que grassa na nossa sociedade. Ainda hoje, mesmo um dos presentes não percebeu bem o que lá se passou, daí ver-me obrigado a referir este momento como a minha melhor recordação Bambiarra. Para despertar mentes e evitar a repetição de erros, no futuro…
Saudações bambiarráticas,
AB
domingo, 23 de novembro de 2008
Grande Concurso Bambiarra - Quem é este Bambiarra?

Caros Bambiarras,
Na sequência da escolha do novo equipamento Bambiarra e da enorme discrepância entre o espelho e a realidade, sugiro uma chamada à água fria dos Bambis iludidos - quem acertar no nome do elemento do BFC com esta protuberância abdominal ganha o almoço do dia 20 de graça. Para facilitar as coisas, informo desde já que o Bomba foi Mãe há pouco tempo (o que não prova nada) e que o Boneca era o Pai.
As melhores respostas serão sujeitas a sondagem, livre e democrática (barrada a ips da ALM, da VP e da SMS) durante tempo suficiente para expressão da vontade do BFC. O AB pode votar por telefone e o RMPC por carta.
Boa sorte!
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
terça-feira, 18 de novembro de 2008
BFC (secção de padel) - processo discplinar
A secção de padel do Bambiarras Futebol Clube instaurou um processo disciplinar ao seu atleta Rodrigo Aphonso Veloza de Vasconcellos do Cotto Cardoso pela falta injustificada a um treino. O processo será instruído pelo ilustre causídico e colega Bambiarra Rodrigo Matos Pinto Correia e a pena máxima em que incorre o atleta é a de suspensão de toda a actividade Bambiarra.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Novo equipamento Bambiarra?
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Second Life
Um personagem do Second Life, cujo nome se me escapa mas que se definiu como uma mistura de "ronaldo, ghandi, nicolau, ibraimovich e genghis khan" publicou um comentário numa caixa de mensagens deste blogue. A título de curiosidade e de promoção da realidade virtual ou universo paralelo que é o Second Life, decidi "puxá-lo" para post. Cá vai.
Face ao teor dos últimos posts, respectivos comentários ou ausência deles, sinto-me compelido a dizer de minha justiça! Cá vai, portanto, um daqueles longos e maçudos comentários:
- Não consigo perceber como é que ainda ninguém se revoltou com a escolha da equipa inicial por parte desse aprendiz de João Luís, que nem a Prof. Lourenço chega;
- Por delito de opinião, depois de uma estrondosa vitória por 5-1, fui corrido da equipa pelo complô mister-capitão-penetras dos Bambiarras, numa atitude em tudo semelhante à que sucedeu aquando da substituição do Lopes Serrão e do Marco Sousa (esta última o ano passado, quando o Sousa se lesionou e foi substituído por um coiso barbudo). Bem hajas, Faquirá, pela manifestação (única) de solidariedade;
- Nunca assumindo a falta de coragem que teve em deixar no banco quem devia deixar e ciente de que eu, um verdadeiro Bambiarra, habituado que estou às agruras da vida, por respeito à equipa aceitaria a sua decisão, ao contrário de outras vedetas do burgo, lá me pôs de cú sentado no banco, que nada tinha de recaro (nem de caro);
- Saí antes do final do jogo com uma ruptura completa e quase exposta do músculo pernal superior traseiro, depois de uma corrida rápida e objectiva em que salvei mais um golo dos coisos. É nestas meias-verdades que o FC se movimenta e que nos obriga a todos a estar atentos;
- Elogiam-se - e bem - alguns dos Bambiarras, que deixaram tudo em campo. E os outros?
- Numa tentativa evidente e orquestrada de desvio de atenções, começam a aparecer no nosso blogue notícias, várias, sobre as supostas eleições no clube do Armando, suponho que para os lugares de juri no próximo festival da canção. O que é que isso nos interessa? Acham que por causa disso ninguém ía falar?
Por último, um comentário ao papel que o Lori "Pide" BB Sandri colou no balneário antes do início do jogo:
- Se pretendes uma equipa com inteligência, para que é que a pões a jogar de forma tão burra?
- Na intuição, vale-te o Boneca, mas quere-la feminina (à intuição, bem entendido)?
- Queres tolerância e pontapeias para o banco quem tem coragem de te afrontar?
- Pretendes trabalho e dás a titularidade àquele gordinho com t-shirt apertada que jogou na frente?
- Apelas à responsabilidade e entregas a braçadeira de capitão a um senil?
- Exiges respeito quando não te dás ao respeito?
- Pedes informática (??) só para justificar o Leo no 11, não?
- E intelecto, para que queres intelecto se não sabes o que fazer com isso?
Para finalizar, recordo que comigo a titular, ganhámos 5-1. Com outros, mais experientes e muito melhores do que eu, quanto é que ficou?
Face ao teor dos últimos posts, respectivos comentários ou ausência deles, sinto-me compelido a dizer de minha justiça! Cá vai, portanto, um daqueles longos e maçudos comentários:
- Não consigo perceber como é que ainda ninguém se revoltou com a escolha da equipa inicial por parte desse aprendiz de João Luís, que nem a Prof. Lourenço chega;
- Por delito de opinião, depois de uma estrondosa vitória por 5-1, fui corrido da equipa pelo complô mister-capitão-penetras dos Bambiarras, numa atitude em tudo semelhante à que sucedeu aquando da substituição do Lopes Serrão e do Marco Sousa (esta última o ano passado, quando o Sousa se lesionou e foi substituído por um coiso barbudo). Bem hajas, Faquirá, pela manifestação (única) de solidariedade;
- Nunca assumindo a falta de coragem que teve em deixar no banco quem devia deixar e ciente de que eu, um verdadeiro Bambiarra, habituado que estou às agruras da vida, por respeito à equipa aceitaria a sua decisão, ao contrário de outras vedetas do burgo, lá me pôs de cú sentado no banco, que nada tinha de recaro (nem de caro);
- Saí antes do final do jogo com uma ruptura completa e quase exposta do músculo pernal superior traseiro, depois de uma corrida rápida e objectiva em que salvei mais um golo dos coisos. É nestas meias-verdades que o FC se movimenta e que nos obriga a todos a estar atentos;
- Elogiam-se - e bem - alguns dos Bambiarras, que deixaram tudo em campo. E os outros?
- Numa tentativa evidente e orquestrada de desvio de atenções, começam a aparecer no nosso blogue notícias, várias, sobre as supostas eleições no clube do Armando, suponho que para os lugares de juri no próximo festival da canção. O que é que isso nos interessa? Acham que por causa disso ninguém ía falar?
Por último, um comentário ao papel que o Lori "Pide" BB Sandri colou no balneário antes do início do jogo:
- Se pretendes uma equipa com inteligência, para que é que a pões a jogar de forma tão burra?
- Na intuição, vale-te o Boneca, mas quere-la feminina (à intuição, bem entendido)?
- Queres tolerância e pontapeias para o banco quem tem coragem de te afrontar?
- Pretendes trabalho e dás a titularidade àquele gordinho com t-shirt apertada que jogou na frente?
- Apelas à responsabilidade e entregas a braçadeira de capitão a um senil?
- Exiges respeito quando não te dás ao respeito?
- Pedes informática (??) só para justificar o Leo no 11, não?
- E intelecto, para que queres intelecto se não sabes o que fazer com isso?
Para finalizar, recordo que comigo a titular, ganhámos 5-1. Com outros, mais experientes e muito melhores do que eu, quanto é que ficou?
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
A irrefutável prova da tramóia (a outra, a não assumida) no TIFC
Bambiarras,
Se haviam dúvidas - e muitos me têm contactado ao longo do dia expressando surpresa e consternação perante o teor do meu último post - espero que fiquem agora dissipadas.
Alguém, presume-se que de consciência tranquila, encerrou a votação (diz-se que após uma enxurrada de votos no candidato Tropa) antes da hora marcada. No entanto, ao verificar que o candidato Tropa não tinha maioria absoluta (um must et pour cause...), reabriu-a para depositar mais um voto na candidatura vencedora.
Nesta imagem, vemos que a sondagem está encerrada com um total de 106 votos - 53 para o tropa, 52 para o Severim e 1 para o Gustavo.
Nesta já temos 107, sendo que o voto que entrou pela porta do cavalo beneficiou o candidato Tropa, dando-lhe assim a maioria absoluta.
Se haviam dúvidas - e muitos me têm contactado ao longo do dia expressando surpresa e consternação perante o teor do meu último post - espero que fiquem agora dissipadas.
Alguém, presume-se que de consciência tranquila, encerrou a votação (diz-se que após uma enxurrada de votos no candidato Tropa) antes da hora marcada. No entanto, ao verificar que o candidato Tropa não tinha maioria absoluta (um must et pour cause...), reabriu-a para depositar mais um voto na candidatura vencedora.
Em abono da verdade, devemos afirmar que a manobra mugabiana (bebida numa esquina perto de si) foi perfeita - inventou-se um putativo inimigo externo (personificado pelo Nuno Severim), dramatizaram-se as eleições e chegou-se ao golpe de estado. Brilhante.
O BFC regozijam-se com o resultado - a espetada deve melhorar.
Eleições no TIFC - resultados.
José Tropa venceu, por uma pequena margem, as eleições no TIFC. Parabéns, Zé!
De acordo com a informação disponibilizada no site do TIFC, a eleição foi muito concorrida, tendo todos os tifc's, coisos e respectivas famílias exercido o seu direito de voto.
Consta que por ter havido votação depois da hora marcada, a candidatura de Nuno Severim, na posse de provas irrefutáveis, está a considerar impugnar os resultados embora o novo presidente tenha sido lesto em reconhecer a existência de chapelada e em declarar o estado de sítio.
Este blogue manterá todos os Bambiarras a par das últimas novidades.
De acordo com a informação disponibilizada no site do TIFC, a eleição foi muito concorrida, tendo todos os tifc's, coisos e respectivas famílias exercido o seu direito de voto.
Consta que por ter havido votação depois da hora marcada, a candidatura de Nuno Severim, na posse de provas irrefutáveis, está a considerar impugnar os resultados embora o novo presidente tenha sido lesto em reconhecer a existência de chapelada e em declarar o estado de sítio.
Este blogue manterá todos os Bambiarras a par das últimas novidades.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
A tomada de posse do novo Capitão do Bambiarras Futebol Clube
A fabulosa equipa técnica
Nota - repare-se no profissionalismo com que BB enrola a braçadeira de treinador na mão.
Mais uma mítica equipa Bambiarra....
Em cima da esquerda para a direita - Caguincha, BB, Gonçalo Henriques, João Luís, Carlos André, AB (versão "em pontas dos pés"), Boneca e Rodrigo MarquesEm baixo da esquerda para a direita - Duarte Sanchez, FC, Leonardo Abreu, Bomba, Martim Santos e Marco Sousa
O Bambiarras Futebol Clube tentou obter uma foto da equipa do TIFC presente neste jogo mas atendendo ao número de jogadores que levaram (21!) não foi possível obter uma com um enquadramento decente. Os da terceira fila (os coisos) ficavam com a cabeça cortada.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
domingo, 9 de novembro de 2008
O TIFC
Para os Bambiarras que não foram ontem aos Canhas (e foram muitos) passo a apresentar a equipa que o TIFC "escalonou" para esse jogo -
- Zé Tropa
- Coiso
- Milton
- Amigo do Coiso
- Daniel Pegado
- Primo do Coiso
- Hugo Martins
- Irmão do Coiso
- Nuno Martins
- Cunhado do Coiso
- Paulo Vieira
- Filho da empregada do Coiso
- Nuno Severim
- Tio do Coiso
- Luís Severim
- Irmão do amigo do filho da empregada do Coiso
- Gustavo Rodrigues
- Merceeiro do Coiso
- Bruno Sá Figueira
- Pai (prematuro) de um primo (pela parte da mãe) de um tipo que um dia (de chuva) roçou as calças (numa caixa do Sá) nas pernas de uma cunhada (pela parte da irmã dele) daquele irmão do Coiso que acertou com um ovo cozido na garrafeira do bar da Ponte Vermelha e ela não se chateou
- Pedro Alberto (lesionado com aborrecimento de banco)
21
21. O TIFC levou 21 jogadores. Apresentou uma equipa na primeira parte e outra na segunda. O único jogador que jogou o jogo todo (em virtude da desistência do Pedro Alberto por aborrecimento de banco) foi o Hugo, esse tifciano de gema.
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
A crónica do além

É POR MAIS EVIDENTE QUE O AB É UM PUTO UM POUCO MAIS MORENO QUE OS OUTROS, À VOLTA DA FOGUEIRA CUIDADOSAMENTE ATEADA POR fc E AB.COM EFEITO DUPONT E DUPONT NÃO URDIRIAM MELHOR ESTA TEIA. EM 2007, "bb NASCIMENTO" E "fc NECA " DIANAMITARAM O QUE RESTAVA DE COMPETITIVIDADE DOS BFC.EM 2008 À LAIA DA VELHA HISTÓRIA DA PORCA E DO PARAFUSO, SOB DISFARCE, E COM UNS AMUOS PÍFIOS PELO MEIO, ESSE DOIS MESTRES DO DISFARCE ESTÃO EXACTAMENTE NOS MESMOS LUGARES E PREPARAM-SE PARA INFLINGIR O GOLPE DE MISERICÓRDIA, NOS BFC.EM 2018 QUANDO TIVER CABELOS BRANCOS, PARA FAZER PARTE DOS BAMBIARRAS´SERÁ APENAS PRECISO VESTIR A CAMISOLA E PAGAR O SUMPTUOSO ALMOÇO, PARA QUE A COMISSÃO DO RESPECTIVO VÁ PARA OS BOLSOS E PORTA - BAGAGENS DOS MESMOS.REGISTO COM APREENSÃO QUE ESTA EQUIPA BASE JÁ TEM UM DEDO DO bb gOMES, NO QUAL DESTACO O AFASTAMENTO SUMÁRIO DO G.R. QUE ESTEVE MENOS FELIZ EM 2007, ALÉM DE ENTRADAS IMEDIATAS PARA TITULAR DE GENTE QUE NUNCA JOGOU NA "EQUIPA A" DOS BAMBIARRAS.
DISSE
BOA SORTE PARA A "EQUIPA B" NO JOGO DE AMANHÃ.

NOTICIA DE ULTIMA HORA
O ponta de lança dos Bambiarras SJ MBSUMA, lesionou-se hoje nos exercícios de alongamento que têm que ser feitos 24horas antes do jogo devido à sua massa corporal, não podendo dar o seu contributo no jogo de amanhã. Baixa importante, já que o Mister BB Lori Sandri tinha confirmado a sua titularidade.
O seu substituto deverá ser o novo reforço para esta época MS Fogaça
Bernardo Brederode
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Convocatória Bambiarra para 08.11

Caros Bambiarras,
A convocatória para o jogo-treino contra os TIFC a 08.11.08 é a seguinte:
- André Barreto
- Bomba
- Boneca
- Caguincha
- Carlos André
- Chico Costa
- Duarte Sanchez
- Gonçalo Henriques
- Leonardo
- Marco Sousa
- Martim Santos
- Rodrigo Cardoso
- Rodrigo Marques
- Sérgio Jesus
Treinador / Jogador - BB Lori Sandri
Treinador Adjunto / Jogador – JL João Luis
Treinador de Guarda Redes – PS Quim
A concentração será feita ás 10h15 no Centro Comercial Olimpo, com limite até ás 10h30. Deverão levar uma t-shirt de cor e uma branca. Se possível levem calções azuis e meias verdes.
Bernardo Brederode
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Ontem foi um dia histórico....
terça-feira, 4 de novembro de 2008
BB reage à lesão de MP (e a tudo o resto...)
Caros Bambiarras,
O MP lesionou-se mas amanhã já está bom. E vai jogar. A equipa está unida e mais forte do que nunca. O meu ajudante ajuda-me imenso. Quase não faço nada. O BFC está fortíssimo. Nunca esteve tão forte. Vamos esmagar o TIFC no dia 8 de Novembro e o que restar vai ser trucidado no dia 20 de Dezembro. Não se preocupem. Nada. O infíel TIFC será derrotado a pontapé como um bando de cachorros que são. E depois ainda levam com os nossos sapatos. Não se preocupem. O BFC está fortíssimo. E o MP já está bom. O Boneca está na melhor forma de sempre. O RCC também. E o RMPC vem jogar. Nos dois jogos. Está confirmado. Não se assustem. O BFC está muito forte. E eu também. O LA joga com os dois pés. O AB é veloz como o vento. O BFC está extraordinariamente forte. E mais não digo para não assustar o TIFC. Mas sempre vos digo - não temeis, Bambiarras. Está tudo controlado. Somos muito fortes, demasiado para o TIFC. Serão escorraçados. E só mais uma coisa - o MP nunca se magoou. Palavra de honra!
O Ministro da Informação Bambiarra, Treinador, Adjunto e Chefe de Pastelaria
BB
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Maurício Pereira - baixa importantíssima nos Bambiarras

O Maurício lesionou-se. Está confirmada a sua ausência no jogo do próximo dia 8 e está em dúvida a presença no jogo do ano. É mais um rude golpe nas aspirações do BFC e na luta incessante que o mister BB vem travando para elevar a moral das tropas Bambiarras!
Em declarações exclusivas à nossa reportagem, Maurício Pereira afirmou - "É verdade que me lesionei numa sessão de preparação física para o jogo do ano. Ainda pensei em jogar cambado mas o mister BB informou-me que a a quota dos cambados já está preenchida. Com grande pena minha."
As rápidas melhoras, Maurício!
Cenas do quotidiano Bambiarra - o mister e os titulares (2ª parte)
Diz AB - "Estão a ver em que mãos se estão a entregar, caros correligionários?O ano passado, deixaram passar um manteigueiro de plástico e foi o que se viu; este ano, esconderam-no (ele estava lá na mesma, tenho a certeza, não necessariamente o mesmo mas nem isso garanto!) e permitem que se apresente um bolo seco encetado e um vinho que, de tão ordinário, nem decantado foi. E tudo isto debaixo dos olhos aprovadores daquele que é por muitos considerado o legítimo sucessor do mestre do catering mundial, Sr. Souto... Francamente..."
AB é um visionário! AB é bruxo! AB é genial! AB é parapsicólogo! AB é Zandinga! AB é Bambo! AB é bom! AB a treinador. Já!!!!
Ou isso ou é muito previsível....
Cenas do quotidiano Bambiarra - o mister e os titulares (1ª parte)

FC, BB e LA em convívio conspirativo no sábado passado
Note-se a candidatura de LA a ajudante de pasteleiro (a pose a mostrar o fruto do seu labor ao mister BB é denunciadora de um aprumado brio profissional) bem como, confirmando as piores suspeitas, o ar de conhecimento contido numa inteligência fulgurante com que BB aprecia o bolo.
É fundamental relevar o pormenor do candidato a ajudante de pasteleiro que, correndo o risco de ser severamente punido pela ASAE, meteu a mão na massa envergando o traje de passeio dos BFC.
FC fez o que lhe competia - sem qualquer pudor, pingo de vergonha ou pequena amostra de coluna vertebral, curvou-se perante o auto-intitulado mister enchendo-lhe o copo de vinho, numa infame manobra para conquistar um lugar no meio campo do BFC.
O mister BB, como se previa, comeu e bebeu até não poder mais e recusou-se a confirmar a títularidade destes dois jogadores porque, e cito, "ainda vou ter muita fome e muita sede daqui até ao dia 20!"
O Boneca está debaixo da mesa contribuindo eficazmente para o ar de satisfação de BB.
domingo, 2 de novembro de 2008
Cenas do quotidiano Bambiarra
09.43 no Café do Teatro
-Bom dia.
-Bom dia.
-Tem galinha estufada?
-Não.
-Então pode ser uma tosta de queijo.
-E para beber?
-Tem Genebra Bols?
-Não mas temos Aldeia Velha.
-Então pode ser um sumo de laranja.
-Bom dia.
-Bom dia.
-Tem galinha estufada?
-Não.
-Então pode ser uma tosta de queijo.
-E para beber?
-Tem Genebra Bols?
-Não mas temos Aldeia Velha.
-Então pode ser um sumo de laranja.
Assinar:
Comentários (Atom)











